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Estatísticas da 1st leg da tour americana 03



NÚMEROS

- Com que freqüência cada canção apareceu nesta parte da turnê (22 shows)?
1/2 Full
1
Alive
19
All or None
1
Animal
10
Baba O' Riley
6
Better Man
20
Black
15
Blood
9
Brain of J
2
Breakerfall
3
Breath
4
Bu$hleaguer
3
Can't Keep
3
Corduroy
19
Crazy Mary
10
Cropduster
9
Crown of Thorns/Chloe Dancer
1
Daughter
15
Deep
4
Dissident
3
Don't Drive Me (SUV) - Improvisação
4
(Don't) Go
9
Down
5
Drifting
1
Driven to Tears
3
Even Flow
22
Faithfull
4
Footsteps
1
Fortunate Son
8
Free Jazz - Improvisação
2
Fuckin' up
1
Get Right
2
Ghost
2
Gimme Some Truth
1
Given To Fly
16
Glorifield G
5
God's Dice
1
Green Disease
6
Grievance
10
Habit
1
Hail Hail
7
Happy Birthday
3
Help Help
3
(You've Got To) Hide Your Love Away
4
I Am A Patriot
7
I Am Mine
12
I Got Shit
2
Immortality
4
Outras Improvisações
6
In Hiding
2
Indifference
1
Insignificance
10
Interstellar Overdrive
1
Jeremy
7
Know Your Rights
5
Last Exit
6
Last Kiss
5
Love Boat Captain
18
Leatherman
1
Leaving Here
4
Light Years
1
Long Road
3
Lukin
5
MFC
6
Not For You
6
Nothing as it Seems
3
Nothingman
3
Oceans
1
Of The Girl
1
Off He Goes
2
Once
2
Parting Ways
1
People Have The Power
2
Porch
9
Present Tense
4
Release
2
Rockin' in the Free World
11
Rearviewmirror
9
Save You
22
Sleight Of Hand
1
Small Town (Elderly Woman)
19
Smile
2
Soldier of Love
1
Sometimes
1
Sonic Reducer
4
Soon Forget
5
Spin The Black Circle
6
State of Love and Trust
4
Thin Air
2
Thumbing My Way
9
Untitled
3
Whipping
5
Wishlist
9
Yellow Ledbetter
11
You Are
11
Blue Red Gray
1
Do The Evolution
21
Satan's Bed
1
Mankind
1

* O show no House Of Blues, em Orlando, no dia 12 de abril, não entrou na contagem destes dados.



- Estavam com certa freqüência na turnê de 2000, mas não apareceram ainda neste ano:

Evacuation, Pilate, Red Mosquito, In My Tree e Garden.



- Covers...contando Last Kiss e Crazy Mary

Baba O' Riley - The Who (6 vezes), Crazy Mary - Victoria Williams (10 vezes), Blue Red Gray - Pete Townshend (1 vez), Fortunate Son - Creedence Clearwater Revival (8 vezes), Fuckin' up - Neil Young (1 vez), You've Got To Hide Your Love Away - The Beatles (4 vezes), Interstellar Overdrive* - Pink Floyd (1 vez), Crown Of Thorns/Chloe Dancer - Mother Love Bone (1 vez), Know Your Rights - The Clash (5 vezes), Last Kiss - Wayne Cochran (5 vezes), Rockin' In The Free World - Neil Young (11 vezes), Driven To Tears - The Police (3 vezes), Gimme Some Truth - John Lennon (2 vez), People Have The Power - Patti Smith (2 vezes), I Am A Patriot - Stevie Van Zandt (7 vezes), Soldier Of Love - J. Cason/A. Moon (1 vez), Sonic Reducer - Dead Boys (4 vezes), Leaving Here - High Numbers (4 vezes)
* É apenas uma pequena introdução com guitarras, geralmente antecedendo "Corduroy", que apareceu algumas vezes na turnê 2000 também.




- Lados B de Singles e Singles de Natal do 10C

Driftin' - Single de Natal '99 (1 vez), Leatherman - Lado B do Single "Given To Fly" (1 vez), Footsteps - Lado B do Single "Jeremy" (1 vez), Yellow Ledbetter - Lado B do Single "Jeremy" (10 vezes), Down - Lado B do Single "I Am Mine" (5 vezes), Last Kiss & Soldier Of Love - Singles de Natal '98 (5 vezes e 1 vez, respectivamente), Sonic Reducer - Single de Natal '93 e '95 (3 vezes)



- Improvisações da Banda

Foram 8: 5 não possuem nome (uma foi feita em homenagem a uma fã, Rachel, que foi convidada para vir ao palco, em Albany, NY). Das demais, que possuem título, "Don't Drive Me (SUV)" foi a improvisação mais tocada, 4 vezes, e possui uma letra que satiriza o SUV (veículos de grande porte, jipões, que consomem muito combustível). Teve também, "Free Jazz" (2 vezes), que já havia sido tocada na Austrália. Por fim, houve a "Improvisação Oklahoma", tocada no show em Oklahoma City (OK), que é baseada em "Jool and Jim" de Pete Townshend. Sem contabilizar as improvisações no término de algumas canções, como "Wishlist" ou até "Better Man".



- Canções que Abriram os Shows

4 shows: Love Boat Captain
3 shows
: Can't Keep, Long Road
Em 2 shows
: Release
Em 1 show
: Oceans, Small Town, Cropduster, Do The Evolution, Sometimes, I Am Mine, Present Tense, Of The Girl, Go, Crazy Mary



- Canções que Fecharam os Shows

9 shows: Rockin' In The Free World
8 shows: Yellow Ledbetter
Em 4 shows: Baba O' Riley
Em 1 show: Indifference



- O maior e o menor setlist

MAIOR: State-College, Pensilvânea (03.05.2003), com 36 músicas e 3 bis
MENOR:
Birminghan, Alabama (09.04.2003), com 22 músicas.



- Pré-shows com Eddie Vedder (fora do set do PJ, antes das bandas de abertura)

6 pré-shows: West Palm Beach, Flórida, 11.04.2003; Tampa, Flórida, 13.04.2003; Raleigh, Carolina do Norte, 15.04.2003 (nas 3 tocou: "You've Got to Hide our Love Away" - The Beatles); Charlotte, Carolina do Norte, 16.04.2003 ("Driftin') e Nashville, TN, 18.02.2003 ("Throw Your Arms Around Me" - The Hunters & Collectors); Buffalo, Nova York, 02.05.2003 ("You've Got to Hide our Love Away" - The Beatles)* Para a contagem das músicas, descrita neste item "Números", não foram somadas as canções tocadas por Eddie Vedder nestes pré-shows solo.


- DESTAQUES

Deep, Glorifield G & Satan's Bed

Depois da volta de "Blood" na atual tour 2003, nesta parte da turnê pelos Estados Unidos, a banda retomou 3 canções que não eram tocadas há muito tempo: "Deep" (Ten, 91), "Glorifield G" (Vs, 93) e "Satan's Bed" (Vitalogy, 94). As 3 foram uma grande surpresa aos fãs, em especial "Deep", com suas guitarras cortantes e agora bem conduzida pela bateria de Matt Cameron, que ajudou a renovar a sonoridade desta canção. A banda não tocava "Deep" havia 8 anos. Ela apareceu pela primeira vez, no show em Oklahoma City (03.04.2003). "Glorifield G" não era tocada pela banda desde 1996. Ela estreiou nesta tour, no show em West Palm Beach (11.04.2003). "Satan's Bed" não era tocada havia 7 anos e apareceu no último e histórico show desta parte da turnê, em State-College (03.05.2003), atendendo aos pedidos dos fãs. Na verdade, a banda se atrapalhou toda pra tocar, Ed errou a letra, mas todo mundo, mesmo assim, gostou. Outro ponto de destaque, foi a grande quantia de covers, além das tradicionais "Rockin' in the Free World", Baba O' Riley" etc.. Muitas foram selecionadas a dedo, pelas letras que se enquadram perfeitamente com o momento atual no mundo e nos EUA. É o caso de "Know Your Rights" (The Clash), que a banda já havia tocado na Austrália e no Japão; "Fortunate Son" (Creedence Clearwater Revival), também tocada na Austrália; "I Am Patriot" (Stevie Van Zandt); "Driven to Tears" (The Police) etc..



- Covers Especiais

"Know Your Rights" (The Clash): qualquer versão - This is a public service announcement with a guitar... Esta cover, depois do episódio em Denver (CO), no primeiro show desta tour, se tornou quase como uma reafirmação ao direito à liberdade de expressão. Vedder canta com ainda mais veemência a letra. No trecho "Number 3: you have the right to free speech...", Vedder pergunta duas vezes, antes de cantá-lo: "Are you ready for the number 3?" [Vocês estão prontos para o número 3] e fala com realce a expressão "free speech".

"Fortunate Son"
(Creedence Clearwater Revival): Show em Nashville, TN (18/04/2003) - It ain't me, it ain't me, I ain't no senator's son, son...It ain't me, it ain't me; I ain't no fortunate one, no, Yeah! Outra cover que ganhou destaque, tocada várias vezes, boa parte delas, em parceria com o trio feminino Sleater-Kinney. A razão para esta escolha, é que a música fala dos "filhos afortunados", ou seja, os filhos de políticos que não são mandados para a guerra. Ela foi escrita na época da guerra do Vietnã, mas seu conteúdo permanece mais atual do que nunca. A versão de Nashville é muito boa, porque reuniu o Pearl Jam + Sleater-Kinney + Steve Earle.

"Gimme Some Truth"
(John Lennon): Show em Raleigh, NC (15/04/2003) - I've had enough of reading things from tight-lipped, condescending, momma's little chauvinists all I want is the truth/ahh, all we want is the truth... Canção de John Lennon da era-Nixon, cuja letra questiona a postura dos políticos. Outra canção em que Vedder coloca ênfase em cada palavra, fazendo modificações pontuais na letra, para enquadrá-la à realidade atual. A versão de Raleigh é com toda a banda. No show em State-College (03.05.2003), Vedder a tocou sozinho, numa versão acústica, colada com "You've got to hide your love away".

"Driven To Tears"
(The Police): Champaign, IL (23/04/2003) - seems that when some innocent die, all we can offer them is a page in a fuckin' magazine, too many cameras and not enough food, and this is what we've seen...Uma canção com tema político-social, como costumava ser boa parte do repertório do The Police. Vedder já tocava essa canção com seus amigos do C-Average (dupla de Olympia, WA). Aqui, ele foi acompanhado pelo PJ, numa versão muito legal, em especial o final, quando há o destaque nas guitarras, que intensificam a canção.

"I Am A Patriot"
(Stevie Van Zandt): New Orleans, LA (08.04.2003) - and I ain't no communist, and I ain't no socialist and I ain't no capitalist, and I ain't no imperialist, and I ain't no Democrat, I sure ain't no fuckin' Republican either - Eddie Vedder também sempre gostou de tocar esta canção do Stevie Van Zandt (Little Steven - guitarrista do Bruce Springsteen), muitas vezes, sozinho ou com o C-Average. Ela surgiu no setlist, também após o episósio em Denver. A letra reafirma que o amor a um país, não ocorre em razão de ideologias, ou escolhas partidárias. A belíssima versão reformulada, que surgiu pela primeira vez no show em New Orleans, com apenas Vedder (guitarra) e Matt Cameron (bateria), vale mais do que destaque. Começa melódica, com ênfase na voz de Vedder, o qual, como costuma fazer, canta sempre destacando os trechos da letra que considera relevantes ("freedom" ou "I sure ain't no fuckin' Republican either"). No final a canção fica mais intensa e Eddie eleva o tom da voz, até sussurrar a parte final (...someday...someday...).

"People Have The Power"
(Patti Smith): Albany, NY (29.04.2003) - people have the power, the power to dream, to rule, to wrestle the house from fools, it's decreed, the people rule... - Hino da cantora/compositora Patti Smith. Ela foi tocada, pela primeira vez, no curto show em Albany, onde vários fãs se uniram para dar apoio à atitude da banda em prol da paz, levando cartazes com o símbolo da paz. Eddie chamou uma garota para segurar o papel com a letra da música para ele. A canção, como diz o título, mostra que todos podem fazer algo para mudar favoravelmente o mundo. "Rockin' in the Free World" (Neil Young): Uniondale, NY (30.04.2003) - ...the us of a, the united states ain't a free place, it's not a free place/ain't got the right to choose, barely got the right to vote/there they got the right to make an honest buck the usa ain't a free, free place... - Sim, esta cover é aquela que a banda não se cansa de tocar e o público não se cansa de ouvir. E, raramente ela tem uma versão que não agrade. No show em Uniondale, depois de mais uns contratempos ocasionados pela posição política de Vedder e pela performance de "Bushleaguer", ela ganhou uma versão explêndida, pesada. Muito boa, mesmo com os fatos que acompanharam o show.

"Sonic Reducer"
(Dead Boys): Nashville, TN (18.04.2003) - I don't need anyone, don't need no mom and dad don't need no good advice, don't need no human rights... - O PJ sempre executou a cover desta canção, desde os primórdios, ela até já foi single de Natal por duas vezes. Nesta versão, o dono da música, o guitarrista Cheetah Chrome, dos Dead Boys, se junta aos caras do PJ, dando mais peso à canção.




- Versões Especiais

"Even Flow" (Denver - 01.04.2003) - O longo solo de Mike McCready, que até brincou que atinge o nirvana ao solar, vale a versão. Fica difícil escolher um solo de McCready, mas este foi nota 10.

"Wishlist"
(San Antonio - 05.04.2003)
- Eddie Vedder começou a fazer algumas improvisações no final de "Wishlist". Nesta versão, ele procurou, até pra esclarecer sua posição antigoverno, mas não antipatriótica, fazer uma acréscimo falando, basicamente, sobre liberdade: I wish I was the radio song, the song that said whatever it wanted/It's a free country, yeah, you should hear what you want to hear, there's nothing that you shouldn't hear. This is the land of the free and the home of the brave. You should not be afraid to say what you want or who you love, I love you and I love this country, too.".

"Wishlist"
(Buffalo - 02.05.2003)
- Outra improvisação no final de "Wishlist", que tornou a canção especial, com mais de 9 minutos. A banda continuou tocando a melodia constante, enquanto Vedder fazia sons na guitarra usando o e-bow [acessório manual que produz efeito na guitarra]. No final ele introduz algumas letras: "Sometimes I wish I was me, Sometimes I wish I was you, Sometimes I wish I was Mike, Sometimes I wish I was Boom...I wish that I was a disease, a disease called love and peace, and I wish I could be spread, to every person in the land..." Ele conclui a música, pedindo a verdade - the truth..

"Bu$hleaguer"
- Se na Austrália e no Japão ela foi tocada pela banda com plena liberdade e até com apoio do público, a coisa foi diferente nos EUA. A banda a tocou logo de cara no primeiro show, em Denver, Colorado (01.04.2003). Quando Vedder colocou a máscara no pedestal do microfone, não deu outra, parte do público vaiou, outra boa parte aplaudiu e a imprensa fez um estardalhaço com o episódio. Ela sumiu e, quando parecia que a banda não ia mais tocá-la, ressurgiu em Nashville, TN (18.04.2003), sem muitos contratempos, exceto poucas vaias. Já em Uniondale, NY (30.04.2003), houve xingamentos, gritos de U-S-A e objetos foram jogados no palco, o que levou Vedder a abandonar o palco bastante nervoso, no final do show. Esta se tornou a polêmica canção da turnê norte-americana, com futuro incerto no restante dos shows, infelizmente.

"Daughter/Dig Me Out (Sleater-Kinney)"
- West Palm Beach (11.04.2003): Uma longa versão de "Daughter", com mais de 9 minutos. Os destaques são o trabalho instrumental de Stone/Mike, Vedder fazendo sons com a voz e pedindo pro público repetir, com sua voz ficando cada vez mais intensa e variando a tonalidade. A canção conclui com trechos de "Dig Me Out", do Sleater-Kinney.

"Daughter/com uma jam intrumental"
- St. Louis (22.04.2003): Outra longa versão de "Daughter", marcada por uma jam, sem 'tag', com Eddie Vedder na gaita, acompanhando o restante da banda. Muito bonita.

"Daughter/WMA/People Have The Power"
- Cleveland (25.04.2003): Mais uma vez "Daughter", na verdade, o que vem depois do trecho "shades go down". A primeira 'tag' foi "W.M.A" do álbum 'Vs' de 93, seguida por sons produzidos por Vedder, muito parecidos com os de ARC ("Riot Act") e concluindo com um bom trecho de "People Have The Power" da Patti Smith, com o público cantando junto.

"Rearviewmirror"
- Nashville (18.04.2003): A longa jam no meio da canção, foi uma verdadeira viagem musical. Com Jeff e Matt comandando o ritmo, e Stone/Ed/Mike tirando inúmeros sons de suas guitarras perfeitamente entrosadas. Versão com cerca de 10 minutos.

"Better Man"
- Nashville (18.04.2003): Esta versão de "Better Man" se torna especial porque a banda incluiu como 'tag' (inserção de música) no final dela, um clássico dos anos 60, "Wild Thing", do grupo inglês The Troggs.

"Porch"
- State-College (03.05.2003): Uma versão com 11 minutos, com uma jam inesquecível, em que, enquanto a banda tocava, Eddie iluminava toda a platéia com um espelho. Depois, foi até o público, na área entre a barricada e o palco, cumprimentar as pessoas, foi erguido por elas, ainda cantando, correu por todo o palco inúmeras vezes e dançou ao seu estilo.



- Cenas da Turnê

* O show em Denver (01.04.2003), marcou o início da turnê. Depois de um discurso de Vedder contrário a guerra EUA-Iraque, com algumas vaias e até um "cala a boca" vindo da platéia, a banda executou no bis, "Bu$hleaguer". Um pequeno número de pessoas foi embora do show, depois que o Eddie colocou a máscara do Bush no pedestal do microfone e o derrubou. A imprensa sulista dos EUA, tradicionalmente mais conservadora, em especial o jornal "Rocky Mountain", fez um alvoroço com o episódio, chamando Vedder de "profano", a performance de "ritual de empalação" e dizendo que inúmeros fãs abandonaram o evento. O "curioso" é que o mesmo jornal, horas antes, havia publicado uma resenha elogiando a performance e recomendando que os fãs comprassem a bootleg do show. Em resposta à imprensa, a banda colocou uma nota em seu website afirmando que 24 fãs abandonaram o show e que alguns outros jornais não trataram o episódio com tamanho destaque, descaracterizando a proporção do ocorrido.

* Em Oklahoma City (03.04.2003), show subsequente ao de Denver, após "Save You", canção cheia da palavra 'fuck', Vedder aproveitou uns problemas na guitarra do Mike, para, de forma hilária, explicar as inúmeras utilidades da palavra 'fuck' na língua inglesa - inclusive o real sentido. No final, ele se reportou ao episódio do show anterior, contando a versão da banda sobre o ocorrido e enfatizando a liberdade de expressão.

* Em Atlanta (19.04.2003), 4 fãs da banda resolveram ir vestidos "a caráter": os 4 estavam com uma máscara de borracha do presidente George W. Bush. Mike foi o primeiro a avistar o "quarteto de Bushs" e avisou o resto da banda. Vedder, que não poderia deixar passar a oportunidade, pediu, durante a jam em "Porch", que um segurança trouxesse os 4 para o palco. Os 4 achavam que só iriam dançar e pronto. Mas, não, Vedder se jogou no braço deles e pediu para que eles o levantassem. Ele terminou a canção cantando suspenso no ar pelos 4 mascarados de George W. Bush (Vedder apresentou cada um ao público como "Bush Jr."). Uma cena hilária e memorável pros 4 fãs.

* Em Albany, NY, (29.04.2003), inúmeros fãs estavam com seus cartazes pela paz, apoiando a banda. Eddie Vedder quis escolher uma canção para a ocasião, mas pediu a ajuda de uma moça, Rachel, que estava com um cartaz da paz, na primeira fila. Ela subiu no palco, pediu ao Eddie "autorização" pra dar um abraço no Stone (e deu) e ficou segurando o papel com a letra de "People Have The Power", para Vedder cantar (ele brincou e disse que era um "suporte de partitura humano"). Ela ainda dançou um pouco com o Eddie, que no final se inclinou, de brincadeira, sobre a garota, tal qual uma velha e famosa foto dele com o Jeff. Ela tirou foto com os 5 caras da banda e ainda ganhou uma improvisação contando que ela veio ao show, estava na primeira fila e apoiando a paz. No show em Buffalo, NY, 02.05.2003, Vedder repetiu a cena com a mesma música, chamando outra moça para o palco, que, emocionada, segurou o papel com a letra e dançou com ele.




- Shows Memoráveis desta Turnê

West Palm Beach, FL (11/04/2003): Show longo, com um ótimo setlist, marcando a volta de "Glorifield G", uma excelente versão de "Daughter" e um público participativo.

Charlotte, NC (16/04/2003) e Raleigh, NC (15/04/2003)
: Dois shows na Carolina do Norte, bem energéticos. Em ambos, o Sleater-Kinney se juntou ao PJ para as duas canções finais (covers).

Nashville, TN (18/04/2003)
: Inúmeros motivos tornam este show especial: abertura com "Oceans", "Better Man" com "Wild Thing" do The Troggs, "Rearviewmirror" com cerca de 10 minutos, covers, a volta de "Bushleaguer" (depois do polêmico primeiro show da turnê), "Alive" com uma introdução diferente, o final de "Love Boat Captain" cantado pelo público, convidados especiais (Sleater-Kinney, Steve Earle, Cheetah Chome dos Dead Boys). Memorável!

Champaign, IL (23/04/2003)
: Outro bom setlist, cheio de covers ("Blue Red Gray", "Driven To Tears", "Fortunate Son", "Baba O' Riley" etc.)

Filadélfia, PA (28/04/2003)
: Talvez o melhor público da turnê. Uma versão fantástica de "Black", com um Eddie emocionado, um grande solo de McCready e o público cantando todas palavras da belíssima letra.

Buffalo, NY (02/05/2003)
: Show bem longo, com 30 músicas e 3 bis. Ótimas versões, seleção de canções pouco tocadas na turnê e uma reunião das covers que marcaram esta turnê. A banda até ultrapassou o limite de horário estabelecido, mas Vedder disse que McCready se comprometeu a arcar com a multa.

State-College, PA (03/05/2003)
: Quando todo mundo julgava que Buffalo seria o mais longo e melhor, veio este pra fechar a primeira parte da turnê: 3 horas e 30 minutos de show, 36 canções, 3 bis, a volta de "Satan's Bed", jams espetaculares em "Crazy Mary", "Porch" e "Rockin' in the Free World", um público em êxtase e a banda feliz. Histórico!



- Saldo Final

Como disse um jornalista, se com base nas atitudes políticas da banda, parte do público decidisse não ir mais assistir aos futuros shows do PJ, iam se arrepender rapidinho, porque a banda está num nível extraordinário. Shows cheios de energia; um perfeito entrosamento entre os músicos; a capacidade de improviso, de criar a situação, o clima, ali, no palco e a incrível mudança de setlist noite à noite, fazem dos shows do PJ um evento único. Até as pitadas políticas são de se esperar, pra quem conhece o histórico da banda, as letras dos últimos álbuns, em especial do "Riot Act", e o interesse de Eddie Vedder pelo assunto. Ainda há um bom caminho pela frente, mais uns 30 e tantos shows pelos EUA e Canadá, mas já dá pra assegurar que esta turnê está pra entrar na história da banda, como a melhor, independente de qualquer controvérsia ou polêmica que rondou alguns shows.


Para ver os set lists e os detalhes dos shows da tour de 2003, visite a seção Concert Chronoly e clique no link para a tour de 2003.


     
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