aaa
 
aaaaaaa
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NEWS . FANCLUB . CADASTRO . ÁREA EXCLUSIVA . LISTA DE MEMBROS . LOGAR . COLUNA DO MEMBRO . CHAT . FÓRUM . FAQ
 
PEARL JAM
- Notícias
- Biografia
- Artigos
- Equipamento
- Timeline
- F.A.Q
- Letras e Traduções
- Curiosidades
- Projetos Paralelos
- Concert Chronology


DISCOGRAFIA
- Albuns
- Singles
- Participações
- Dvd/Vhs
- Bootlegs


TOUR
- Tour 2003
- Tour 2004


MULTIMÍDIA
- Show do Mês
- Wallpapers
- Trocas


OUTROS
- Links
- Equipe
- Agradecimentos
- Contato
- Sua Opinião









CURIOSIDADES: Frases

Eddie está procurando um novo melhor amigo, então nós decidimos que será o primeiro concurso deste ano, ganhar a chance de ser o novo melhor amigo do Ed! O vencedor terá que se mudar para a casa mais próxima da dele e ir até lá emprestar açúcar, mas terá também que ouvir todas as histórias dele... Stone

...E eu tenho certeza que você, o vencedor, tentará sair de lá em menos de um dia! Eddie - (Kerrang 98)


Clique em cada membro para ler suas respectivas frases.

Frases de outras pessoas à respeito do Pearl Jam



Jeff

- Daqui 10 anos, eu não quero que as pessoas lembrem de nossas canções como vídeos.
[Revista Rolling Stone, 1993]


- Ele era o genuinamente quieto e amável Eddie, quando nós o encontramos pela primeira vez. E num determinado momento, ele mudou.
[Sobre o amigo Vedder. Revista Rolling Stone, 1993.]


- Exceto em alguns momentos no primeiro álbum, muitas vezes as letras do Eddie eram apenas histórias para mim. Eu sabia que ele era um ótimo compositor e havia muita paixão por trás das letras, mas eu nem sempre me relacionava com elas. Neste álbum [No Code], é como se meus próprios pensamentos estão nas canções...De alguma forma, é como a história da banda. É sobre amadurecer.
[Sobre o álbum "No Code". LA Times, 1996]


- Não tinha como estar preparado para estar numa mercearia às 10 da manhã e ter um bando de gente vindo até você e te pedindo um autógrafo. Especialmente se você está nessa região há 10 anos e tendo tudo aquilo ocorrendo de repente numa manhã. Você pensa: "O que foi isso? O que ocorreu ao longo dos dois últimos meses que mudou? Foram todas as capas de revistas ou vídeos ou o quê?"
[Explicando o grande sucesso da banda, no começo dos anos 90, New Day Rising - 1997]


- Nos meus primeiros 4 ou 5 anos aqui, Stone só me confundia completamente. Eu não sabia se ele era sério. E às vezes isso me deixava furioso. Eu dizia: "Você está me gozando?".

[Falando sobre o sarcasmo do velho amigo Stone, New Day Rising - 1997]


- Há um espírito competitivo também, ou houve por um longo tempo...definitivamente, ainda há, num certo grau. Era algo assim: "Oh, aqui está a canção que eu compus" e eu dizia: "Aqui está a obra de arte que eu fiz"

[Ainda sobre Stone, New Day Rising - 1997]



- Acredito que poderíamos ser como o U2 e fazer turnês por 2 anos, aparecer em todas as festas de premiação e ir ao Super Bowl. Mas não sei se vale a pena. Eu gosto da idéia de estar numa banda pequena e ter equilíbrio em nossa vida.

[USA Today, 2002]


- Roskilde, para mim, é uma das piores tragédias em que já estive envolvido. É inevitável o enorme efeito que teve em nossa vida. A parte positiva disso é que reforça aquela filosofia...que você de fato precisa agarrar o momento e o dia, aproveitar o máximo disso, não temer em dizer a seus amigos e familiares que você os ama.
[Sobre Roskilde, 2002]




Eddie

- Nós não queríamos excluir ninguém da experiência. A experiência de um pai levar seu filho a um concerto, mesmo que ele trabalhe num posto de gasolina ou até mesmo poder comprar uma camiseta. O que música pode fazer com sua vida, o que uma noite de música ao vivo, se todos os elementos estão no lugar, o quanto isso pode afetar sua vida. Pode fazer um garoto pegar numa guitarra. Quem sabe o que isso fará.
[Justificando a batalha com a Ticketmaster. Spin Magazine, 1995]


- Eu vi um cantor de soul que me contou como as pessoas chegavam até ele e diziam como elas se apaixonaram pela música dele, e que elas enamoraram com as canções dele. Foi uma coisa muito agradável. Eu imagino que seja um grande alívio ter alguém que diz isso a você, [melhor] do que: "eu estava pensando em me matar, até que ouvi sua canção" ou "nós tocamos sua música no funeral do meu amigo". Fama é tão diferente para pessoas diferentes.

[Spin Magazine, 1995]


- Eu faço canções como essas a todo tempo, mas ninguém as ouve. Então, a única imagem que possuem de mim é de um cantor de 'hinos'.
[Falando sobre canções mais calmas e reflexivas como "Nothingman" e "Tremor Christ". Spin Magazine, 1995]


- Eu faço música em respeito à música, e eu tenho um público do qual eu me orgulho.
[The News, NY, 1999]


- Cantar canções de outras pessoas é como manter as suas roupas sobre o corpo. Eu gosto disso. As pessoas não ficam pensando que isso veio de você.
[The News, NY, 1999]


- É como a história da noite em que Jimi Hendrix e Jim Morrison se juntaram. As pessoas dizem: ‘Oh, eu gostaria que eles tivessem gravado aquilo'. Sua imaginação leva você a todo tipo de coisas, a maior parte delas, ótima. Mas, na verdade, pode ter sido um monte de Blues simples, embriagado. A idéia, o romance, é melhor.
[Sobre o porquê que alguns momentos não devem ser registrados, The News, NY, 1999]


- Eu não quero estar na cara das pessoas a todo tempo, porque eu não gosto das pessoas que estão na minha cara, então quando eu escuto alguém que fala mal de nós por sermos tão grandes ou por termos tirado a atenção da música independente, que é melhor que a nossa - e eu concordarei - ao menos posso dizer, "vá se ferrar, nós poderíamos estar em todo lugar". Nós apenas escolhemos não estar.
[Revolver Magazine, 2000]

* Eu só estava procurando chamar a atenção, creio eu. Em cada cidade poderia ter algum velho amigo ou os pais da minha esposa e eu tinha que chocar todo mundo.
[Comentando suas audaciosas performances do começo da carreira, Spin Magazine 2001]



- Nós éramos mais populares do que nos sentíamos confortáveis em ser. Então tivemos a missão de sabotar nossa carreira e fomos bem-sucedidos. E acho que somos mais felizes agora.

[Eddie Vedder, 2002]


- Me lembro de ter visto 5 caras, assim eu posso falar. Eu estava colocando nossas faces neles e nos vendo fazendo movimentos de dança. E eu pensava: "Oh, Deus, sou tão grato porque nós não termos que passar tempo algum em um estúdio de dança." Isso pareceria um inferno para mim.
[comentando o fenômeno das boy bands como *N'Sync, NY Daily News, 2002]


- Com meus amigos eu me solto. Sabe, não é ruim ter tal reputação, porque as pessoas não te importunam. Eu tenho dado duro para isso!
[Sobre a sua imagem na mídia, Rolling Stone alemã, 2002]



- Eu apenas não me sentia normal enquanto nós estávamos jogando bombas.

[Explicando o porquê do corte moicano, feito em razão do ataque dos EUA ao Afeganistão, 2002]


- Quando penso nisso, ainda é desconfortável ser acusado de algo assim, baseado na sua aparência. Mas eu percebi que também é uma coisa muito saudável de se experimentar vez ou outra, preconceito. Especialmente como um homem branco e americano, acima de tudo. É bom sofrer preconceito, bom para ser lembrado do que é isso.

[Comentando sobre quando foi acusado de roubo por uma senhora filipina, numa loja em uma ilha no Pacífico Sul, por causa do moicano e da roupa velha. Pulse Magazine, 2002]



- Um amigo nosso [Chris Cornell] tinha acabado de ter um bebê e nós soubemos disso cerca de uma hora antes de tocar naquela noite. Ter o ciclo da vida tão intensamente estampado em nossa face, me fez sentir como se o mundo estivesse em colapso.

[Falando sobre a noite do concerto em Roskilde, Rolling Stone alemã, 2002]





Mike

- ...Gosto do meu emprego. Estou muito contente por tê-lo. Muito da fama e todas essas coisas são tolas às vezes, mas eu não queria fazer outra coisa diferente. Isso é o que eu sempre quis fazer, então acredito que tenho muita sorte.
[New Day Rising, 1997]


- Ed e Chris Cornell conversaram sobre como é difícil compor uma canção triste no ukulele, daí o Ed tomou isso como um desafio.
[Sobre como surgiu "Soon Forget" e o gosto de Ed pelo instrumento. Boston Globe, 2000]



- Sete, oito anos atrás, nós tivemos um período difícil comunicando um com o outro, ou mesmo em querer se comunicar. Foi como estar em um circo. Alguém que você nem conhecia vinha até você em um [local de] refeição e te confrontava porque não gostava de você, ou de alguém na banda, ou da própria banda, ou de toda cena de Seattle ou sei lá o quê. Era natural querer cair fora disso. Agora nós estamos nos concentrando mais em fazer música e em tocar música.
[Revolver Magazine, 2000]


- Eu amo bootlegs. Eu sempre as colecionei - tenho cerca de 400 bootlegs dos Rolling Stones.
[Contando sobre seu gosto por gravações ao vivo. Guitar World, 2000]


- Eu de verdade gostava do Stevie Ray Vaughan, então eu tentava me parecer com ele. Ao menos saí fora da fase com mullets. Eddie sempre teve essa coisa punk rock. Ele usava o que ele vestia e ainda faz isso. Jeff e Stone se vestiam com um certo estilo, porque era o lance sarcástico deles, tocar-como-se-estivessem-numa-arena-com-30-pessoas-para-assitir.
[Comentando o estilo visual da banda no começo da carreira. Spin Magazine, 2001]



-- Sim e não. Eu o conheço bem...o conheço há 12 anos. Eu sinto que o conheço no ambiente da banda, mas, quanto à vida pessoal, nós ficamos separados uns dos outros quando a banda não está em turnê. Eu fui surfar com ele umas duas vezes. Eu o conheço muito bem, mas não o quanto eu gostaria. Se envolver demais na vida de outras pessoas não é saudável, não é condutivo para se fazer boa música.
[Tentando dizer se conhece ou não o parceiro de banda, Vedder. VH-1, 2002]


- ...toda vez em que posso solar, especialmente conosco nessa banda, significa muito para mim, espiritualmente.

[CMJ, 2002]


- Nós nos sentimos bem juntos, conversando, tocando e gravando discos. Essa é a maior razão: ser feliz tocando música nesta banda. Se teremos reconhecimento, maravilhoso; mas não buscamos isso.

[Impresa Espanhola, 2002]






Stone



- Eu nos considero como pessoas muito diferentes, quase polarizado em um monte de vezes. Eu quero dizer, indique qualquer problema, e nós tomamos caminhos opostos sobre ele. Nós damos um ao outro, fins totalmente diferentes do spectrum, de forma que nós sempre podemos de alguma forma encontrar o meio. Meu objetivo, o que eu realmente quero atingir, é não precisar dele. Porque ele é necessário para muitas pessoas que realmente não o entendem.
[Sobre o amigo Vedder. Revista Rolling Stone, 1993.]


- Não importa o que você está tocando, Cready vem e acende o pavio.
[Sobre o amigo Mike McCready. Revista Rolling Stone, 1993.]


- ...Quando se vende aquela quantia de álbuns, quero que seja uma ótima banda. Tem algumas noites, em que acho que somos muito bons; em outras, poderíamos ter sido melhor que aquilo; e em outras noites, nós somos uma droga. Isso é todo tipo de coisa pra se avaliar. Mas eu sou a primeira pessoa a começar a reclamar se todos não trabalharem firme em tentar melhorar e em se sentirem motivados com isso.
[New Day Rising, 1997]


- Ed definitivamente é o líder da banda, em termos da direção musical. Que é pra quem olhamos no palco. Que é para quem todo mundo está olhando. Que é quem nós seguimos.

[New Day Rising, 1997]


- Para mim, 'grunge' é uma palavra cômica, sempre foi. Um termo que foi lançado para criar um 'hype'.

[Revista 89Rock, 2000]


- Nós não compramos as pompas típicas do estrelato. Mas ao mesmo tempo estamos numa banda que precisa ganhar dinheiro. E negócio é parte desta equação em que estamos envolvidos. Nós não tentamos rejeitar o business, tem mais a ver com estabelecer certos parâmetros, como quanto tempo você vai se dedicar às coisas da mídia e até aonde você vai para fazer seu álbum vender. Acho que nós apenas vamos até aonde nos sentimos felizes.
[Daily Globe, Boston, 2002]


- Nosso serviço é criar aqueles momentos preciosos nas canções; e o dele [Vedder] é nos tirar disso. Nós pensamos que uma canção está finalizada, daí descobrimos que ele está no estúdio repensando toda a coisa. Quando ele termina, nós não temos que nos preocupar mais sobre [a canção] ser cativante.

[Sobre o amigo Vedder, que costuma repensar as canções que ele acha muito fáceis de digerir. Philly.com, 2002]



- Temos que confiar no Ed...Você o vê capturando palavras de todo espaço, apenas retirando imagens de todos os lugares, e você começa a acreditar que há mágica no mundo.
[Philly.com, 2002]






Matt

- No Soundgarden, tínhamos que tocar o mais alto e mais forte possível. No Pearl Jam as coisas são mais abertas. Termino um show do Pearl Jam menos cansado do que com o Soundgarden. Mas há também semelhanças. Uma delas é que as duas bandas têm vocalistas com um senso de ritmo muito forte.
[Comentando a diferença entre tocar no PJ e no Soundgarden. Revista 89Rock, 2000]


- Há muita música lá fora para dizer que uma é a melhor. Mas, para mim, os melhores são os Mutantes.
[Elogiando a banda brasileira Mutantes, ao responder se o PJ é a melhor banda do mundo. Revista 89Rock, 2000]


- Eu estava numa emboscada. Foi realmente um anúncio breve. Ele [Vedder] ligou e disse: "ei, o que você vai fazer nesse verão?"
[Sobre o súbito convite para entrar no PJ, no meio de 1998. Spin Magazine, 2001]



- Trabalhar com eles é totalmente favorável. Eles podem lotar uma arena em qualquer lugar no mundo. Eles são como uma liga especial. Eles podem fazer uma turnê confortavelmente, mas manter as coisas pequenas ao mesmo tempo. 'Punk rock arena rock' é o jeito que se aproxima deles.
[Spin Magazine, 2001]


- Eu acho muito legal que eles se tornaram responsáveis muito cedo e fizeram suas próprias regras. Eu acho que, se uma banda pode fazer isso e ainda sobreviver no meio musical, mais poder a eles.
[Sobre o Pearl Jam. VH-1, 2002]


- Para nós, uma canção como "Can't Keep" [Riot Act, 02] é prova de que é mais interessante ouvir músicos em uma sala tocando firme, com o tempo flutuando ligeiramente, enquanto a banda se aquece. Perfeição é chato.
[Philly.com, 2002]





Outros

- Melhor do que qualquer banda, quase que na história, que teve aquele tipo de sucesso enorme que eles tiveram, eles lidaram com isso eloquentemente. Eu acho que é um ótimo exemplo para outros músicos que, quer saber, você pode controlar os holofotes da mídia.
[Chris Cornell, do Soundgarden e Audioslave. Spin Magazine, 2001]



- Stone era tão, e ainda é, tão hilariamente divertido, um cara sarcástico quando ele estava em seu estilo rock, do meio até o final dos anos 80. Eu ficava pensando, espero que Stone se torne um rock star, assim poderei vê-lo sendo entrevistado na MTV, porque ele é divertido pra caramba!
[Steve Turner, guitarrista do Mudhoney e ex-parceiro de Stone no Green River. Spin Magazine, 2001]



- Eu apenas achei ridículo, eu gostava da forma como nós começamos, eu gostava da idéia de sair e tocar por 10 dólares em um show, vender camisetas, e fazer todas essas coisas baratas e mantendo a integridade. Mas sabe, você não sacrifica a maldita música que você faz. Quando fui despedido, pensei que eu estava encontrando o Stone para conversar sobre trabalhar com o Daniel Lanois [produtor do U2].
[Ex-baterista Dave Abbruzzese falando de sua demissão da banda. Spin Magazine, 2001]


- Eu acho que houve um período em que tive um bom relacionamento com aquele cara [Eddie Vedder]. E daí, de repente, eu não o conhecia. Mas eu entendo, droga, se eu estava pirando com tudo aquilo e tendo ataques de pânico, eu nem posso começar a entender o inferno que ele estava vivendo. Eu me dou por vencido, por ele ter conseguido sobreviver.
[Ex-baterista Dave Abbruzzese falando de seu relacionamento com Vedder. Spin, 2001.]



- Eu percebi que o Eddie é um baita de um cara divertido pra caramba. Eu acho que para o Eddie, naquele ponto, um monte de coisa foi colocada fora de perspectiva.
[Dave Grohl, Foo Fighters, sobre Eddie, de quando viajaram juntos numa tour com Mike Watt, em 1995. Spin Magazine, 2001]


- Essa é uma banda que de fato manteve a mesma abordagem na última década. É crédito para eles não terem pendido para o que era popular num determinado momento.
[Jornalista de Seattle, Charles Cross, biógrafo de Kurt Cobain, novembro de 2002]



- Eddie tem uma verdadeira consciência social...Ele é contrário à guerra a à intolerância; assim temos muito em comum.

[Professor/historiador, Howard Zinn. Boston Globe, 2002]


     
______________________________________________________________________________________________________________________________
Disclaimer: Site feito por fãs para fãs. Todo material registrado pelo Pearl Jam pertence ao Pearl Jam. Opiniões, dúvidas, críticas, reclamações, doações e/ou sugestões favor clicar aqui. O material contido nesse site é protegido pelas leis mundiais de Copyright. A cópia está sujeita às possíveis sanções legais.
Restless Souls Fan Club 2003 - 2004.