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Resenha do show de Raleigh




15/04/2003, Terça * Raleigh, NC - Alltel Pavilion Walnut Creek (abertura: Sleater-Kinney)

set: Release, Even Flow, Save You, Help Help, Given To Fly, Cropduster, I Am Mine, Lukin, Not For You, Corduroy, I Got Shit, You Are, Small Town, Insignificance, Alive, Porch, Blood
enc 1: Gimmie Some Truth (cover do Jonh Lennon), Love Boat Captain, Better Man/(Save It For Later), Glorified G, Do The Evolution *
enc 2: Fortunate Son (com o Sleater-Kinney - cover do Creedence Clearwater Revival), Rockin' in The Free World (com o Sleater-Kinney - cover do Neil Young)


Duas horas de show, o primeiro da temporada no Pavilion, em Walnut Creek, o PJ mandou, na terça á noite, um show áspero, porém excitante, com duas cover de classic rock.

Foi um momento histórico para essa que, talvez seja, a última banda a permanecer intacta dos dias dias de glória do começo dos anos 90, quando um estilo de música cru, inspirado no punk, conhecido como grunge, reinou o mundo. Lá se foram os tempos em que Seattle era um canteiro de talentos e o vocalista Eddie Vedder e o PJ estavam bem no meio disso.

Com a hora registrando 11 da noite, a banda partiu para o hino popular antiguerra do Creedence Clearwater Revival, ''Fortunate Son'', antes de concluírem com a política "Rockin' in the Free World", do Neil Young. A banda de abertura, Sleater-Kinney foi convidada a vir ao palco, se juntando a eles nos dois últimos números. Enquanto a banda tocava, Vedder e Corin Tucker do Sleater-Kinney dançavam de mãos dadas no meio do palco.

Foi um momento glorioso.

Foi um show glorioso.

Um daqueles que só fica melhor, conforme o tempo passa.

Horas antes, Pete Fann dirigiu até o anfiteatro com alguns colegas, onde eles se juntaram a dois amigos de Greensboro. Fann, que tem 24 anos e é de Autryville, cuida de uma fazenda de suínos [modificados] geneticamente... Ele é um fã há longo tempo.

A música do PJ o tem conduzido em alguns momentos difíceis. "O que gosto neles é que eu cresci sem um pai, e eles me deram a compreensão de como a vida é. Se você não consegue encarar as dificuldades - sobre a vida, você nunca o fará. Ouça "Jeremy". Ouça "Even Flow". Ouça as canções. Ouça as letras. Não é muito sobre as letras, mas sobre enfrentar. Agora sou uma pessoa bem sucedida, e eles me ajudaram."

Embora o PJ tenha emergido do Noroeste, com contemporâneos como Nirvana e Soundgarden, desde o começo a banda cruza os riffs do rock pesado dos anos 70 com a fúria e aspereza do período pós-punk dos anos 80. A banda se encaixa perfeitamente às rádios-rock de FM.

Ao longo dos anos, o PJ tem perseverado, enquanto vai contra tendências, se colocando no status de uma banda de classic rock com um considerável número de seguidores cultuadores. Depois de um período de experimentação, no meio dos anos 90, o PJ, nos álbuns recentes, retornou ao rock vigoroso que os tornou estrelas.

Abrindo a 13ª temporada de concertos no Walnut Creek, para mais de 11.000 pessoas, a banda intensamente explorou materiais de seu sétimo álbum, "Riot Act". Mas, tal qual fizeram há 5 anos, quando o PJ tocou a última vez em Raleigh, o grupo combinou uma larga dose de greatest hits.

A familiar "Even Flow", do álbum de estréia, "Ten", efervesceu diferente no resumo da carreira com 25 canções. As canções incluíram versões veementes de "Not For You", "Corduroy", "Alive", uma delirante "Evolution" e uma espirituosa "Better Man", que se transformou em "Save it for later", hit do English Beat.

O PJ é conhecido por sua espontaneidade nos concertos, com setlists mudando noite a noite. Muitos dos que foram ao concerto, não esquecerão, provavelmente, a performance de "Rearviewmirror", em que Vedder foi iluminado por um único holofote acima dele. Ele pegou o que parecia ser um espelho grande de ônibus e segurou isso sobre sua cabeça; a luz branca foi refletida na adorável platéia, enquanto ele, lentamente, o pendia da direita pra esquerda.

A canção terminou com ele debulhando na guitarra, uma ou duas cordas quebradas, com uma toalha presa na parte de trás do seu jeans.

Cercado pelos astuciosos guitarristas Mike McCready e Stone Gossard, Vedder veio ao palco, vestindo primeiro, uma jaqueta marrom sobre uma camisa de abotoar creme, com uma gola alta. Debaixo dela, havia uma camiseta com o escrito: "Who [What] Would Jesus Bomb?"

Em Denver, na primera parada desta atual turnê, alguns fãs, conforme relatado, saíram depois dele ter levado uma máscara do Presidente Bush e a "empalado" no pedestal do microfone. Ele falou para o público que ele era contra a guerra e o Bush, como descrito no The Rocky Mountain News.

Vedder não abordou o assunto em Raleigh, ao menos não nos comentários para o público, entre as canções. Melhor, Vedder e a banda tocaram músicas que deixaram seus sentimentos serem conhecidos. Na abertura do segundo bis, o PJ fez a cover do mordaz hard rock de John Lennon, "Gimme Some Truth". Vedder a capturou, cantando a sarcástica letra com malícia, ocasionalmente, virando a cabeça pra longe do microfone, pra cuspir no palco. Seguindo essa, veio "Love Boat Captain", uma das melhores canções do subestimado "Riot Act" e que cita os Beatles em sua letra: "Love is all you need/All you need is love".

Mais tarde, "Fortunate Son", do John Forgety [líder do Creedence], passou a mensagem. Aqueles que chegaram cedo, viram Vedder solo, tocando "You've Got to Hide Your Love Away", dos Beatles, antes do Sleater-Kinney.

Sarah Beckett, de 24 anos, veio ao concerto de Greenville. Ela trabalha numa loja. Não mais que meia hora antes do PJ vir tocar, ela se sentou sozinha, na beira do gramado, perto do palco. Ela tinha 12 anos, quando começou a ouvir a banda.

Beckett disse que ela não concorda com o que Vedder disse no começo do mês, "Muito arrogante pensar que nós fomos lá [Iraque] pelos nosso próprios interesses. É uma população reprimida. Aquelas pessoas são criaturas maravilhosas, e elas vêm sendo mantidas sob controle há muito tempo. Por exemplo, as mulheres não podem falar."

"Isso é o que faz dele, o que ele é. Ele está num nível diferente. Um plano diferente. Ele deveria se sentir abençoado por ter o direito de dizer essas coisas. Quero dizer, se ele estivesse no Iraque, ele poderia ser assassinado ou sumir misteriosamente."

Mas as políticas às vezes controversas da banda, podem apenas ser mais uma prova de uma inclinação ao rock do passado. Ao menos, com os compositores e bandas socialmente conscientes dos anos 60 e 70, que sentiram que poderiam fazer diferença na nação do guerreiro.

"Eles estão perdendo relevância porque a juventude de hoje está procurando outra coisa. Eles estão procurando pelo Linkin' Park. Perturbado", disse Fann, o fã de Autryville que cuida da fazenda de suínos.

Lá pro meio do show, Vedder lembrou o público sobre como o PJ fez algumas músicas "aguçadas" com o veterano roqueiro Neil Young. Juntos, eles gravaram o álbum "Mirror Ball" e o EP "Merkin Ball".

Pouco antes, a banda irrompeu na mistura de guitarras de "I Got Shit", que veio dessa colaboração. Vedder disse: "É assim que está o mercado hoje em dia. Nós somos perseverantes, mas aguçados". [Nota: Na verdade Ed disse - "...relaxados, mas aguçados"]

E ainda durando, depois de uma década na estrada.


     
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