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ARTIGO: "ALEGRIA DE VIVER (e voltar para o bis)", Revista Showbizz - 2000

 

"O Pearl Jam continua vivinho. Apesar da tragédia na Dinamarca que abalou a banda (nove fãs morreram esmagados durante apresentação da banda no festival Roskilde), 22 mil pessoas lotaram a arena de hockey em Tampa para ver de perto (e sentados) aqueles que há pouco tempo corriam da fama e de longas turnês.

Barbado e descabelado, com guitarra ou sem, Eddie Vedder não precisava fazer muito esforço para que o público delirasse diante dele e da banda, que mandou duas horas e quinze minutos de puro rock'n'roll. Um repertório diferente do que vinha fazendo na turnê, incluindo músicas como 'Porch', 'State of Love and Trust' (da trilha sonora do filme 'grunge' Singles - Vida de Solteiro ), 'Garden' e 'Jeremy'. Ao vivo, o Pearl Jam está redondo, apesar do integrantes parecerem (e estarem) um pouco mais velhos.

O público da noite era composto de fãs da época da explosão das bandas de Seattle, alguns jovens e muitos 'coroas-com-cara-de-rock-anos-70' (aliás, cada vez mais a banda se aproxima do som dessa época) que fizeram coro em 'Even Flow', 'Daughter' (com direito a citação do clássico 'Another Brick in the Wall', do Pink Floyd), 'Animal' e 'Better Man'. No meio do repertório cheio de hits, as novas músicas de 'Binaural' até que funcionaram bem, ao contrário do que acontece no disco.

Antes de entrar para o bis, Vedder, com uma polaróide, tirava fotos dele e da banda, do público e uma só dele, a qual jogou para a galera. Sozinho, pegou o ukelele (guitarra típica do Havaí) e agradeceu emocionado ao público que não parava de gritar. Parecia que ia chorar. Parou de falar, respirou fundo e tocou 'Soon Forget', do recente álbum. Os quatro companheiros voltaram para tocar 'Indifference' e tentar encerrar o show mais uma vez.

Cinco minutos depois, as luzes do estádio se acendem e, quando todos achavam que o show havia acabado de vez, eles cedem ao apelo delirante do público e retornam para uma versão de 'Rockin' in the Free World', de Neil Young, com direito a cambalhota de Vedder no meio da música. No final, com tantas voltas para o bis, ficou a impressão de que, apesar de mais velhos e paradões, os caras ainda se divertem tocando ao vivo.

A abertura do show ficou a cargo de ninguém menos que os nova-iorquinos do Sonic Youth. No pouco tempo que tiveram (meia hora), fizeram um show bastante conciso. Contando com um quinto integrante, que toca baixo, guitarra e teclados com sons estranhos, abriram com dois hits: 'Sunday' e 'Bullet in the Heather'. Kim Gordon tocou guitarra em algumas músicas e, quando ficou só nos vocais, fez uma dança meio new wave, extremamente cool. Encerraram o aquecimento de luxo com 'NYC Ghosts and Flowers', com vocais do guitarrista Lee Ranaldo e, para variar, muito noise."


     
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